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Dívida Hospitalar

A APORMED, através do seu Grupo de Trabalho dedicado a este assunto, monitoriza a evolução da dívida dos hospitais do SNS e respetivos prazos de pagamento, às empresas de dispositivos médicos.

Portugal Continental

Divida Hospitalar do SNS copy copy copy copy copy copy copy copy copy copy copy copy copy

 

PMR do SNS copy copy copy copy copy copy copy copy copy

Síntese 3º Trimestre 2018

A dívida dos hospitais públicos às empresas de dispositivos médicos tem vindo a aumentar durante o segundo semestre, decorrente da expectativa do recebimento da 3ª tranche anunciada desde final de 2017, cujo valor total anunciado foi de 1.400M€ a distribuir em 3 fases, bem como, pela cativação de verbas para fazer face aos subsídios de Natal e respetivos encargos.

A libertação da segunda tranche no montante de 500 milhões de euros ocorrida entre abril e maio permitiu uma recuperação ligeira no segundo trimestre do ano, contudo, a retenção da terceira tranche do mesmo valor da anterior, está a agravar a situação, prevendo-se a libertação de 100M€ já no início da primeira semana de novembro, para liquidação de documentos com base na antiguidade. O valor remanescente de 400M€ terá também por base a antiguidade e ocorrerá até final do corrente ano.

De salientar também, que nem o reforço mensal extraordinário de aproximadamente 30M€ aos hospitais faz com que a dívida reduza, sendo que os prazos médios de recebimentos dos últimos meses ultrapassaram já os 340 dias, situação que a APORMED considera inaceitável e francamente penalizadora para as empresas do setor do dispositivo médico.

De acordo com os dados do fecho do trimestre, tanto a dívida total como a dívida vencida a mais de 90 dias aumentaram, situando-se agora em 295,8M€ e 192,3M€, respetivamente.

Um ponto também muito importante na análise da dívida é o incremento dos consumos sem nota de encomenda, que elevam o valor da dívida vencida, uma vez que representam 6% das vendas anuais, deixando as empresas muito preocupadas não só pela sua não contabilização como venda, mas também com a transferência da despesa para anos futuros.

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