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Síntese 1º Semestre 2018

Historicamente, a dívida hospitalar tem estado sempre dependente das libertações de fundos extraordinários por parte da Tutela, contudo em 2018 verifica-se uma dependência ainda maior uma vez que, desde finais do ano passado está anunciada a libertação adicional de 1.400M€ de euros para pagamento de dividas vencidas a fornecedores.

De facto, e se no calendário inicial anunciado pela Tutela, a libertação de fundos seria de 400M€ no final do ano de 2017; 500M€ em janeiro e os restantes 500M€ em março, a realidade foi de que a verba esperada em janeiro só se concretizou entre março e abril e, no corrente mês de julho estamos ainda a aguardar informações de como e quando será feita a libertação da última tranche, seguramente antes do final do ano mas mais próxima do último quadrimestre.

Todos estes fatores contribuíram para que o prazo médio de pagamentos no setor dos Dispositivos Médicos tivesse baixado em dezembro de 2017 para 367 dias, e que em abril de 2018 se tivesses atingido o valor mais baixo com 304 dias com uma dívida vencida a mais de 90 dias de 244,8M€ vs 316,3M€ dos registados em dezembro de 2017.

No entanto, os insuficientes fluxos regulares de tesouraria e a existência de diversos constrangimentos estruturais e políticos (ex: novo normativo contabilístico, reposição das 35 horas semanais, greves dos profissionais de saúde…) têm como consequência direta o incremento da dívida e da antiguidade que apenas será temporariamente “estancado” com a libertação da última tranche.

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